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O aumento de preços dos CTT em 2026: o que as marcas de comércio eletrónico precisam de saber

O aumento de preços dos CTT em 2026: o que as marcas de comércio eletrónico precisam de saber

Se o seu negócio de comércio eletrónico depende dos CTT (Correios de Portugal) para entregar os produtos aos seus clientes, é hora de atualizar as suas planilhas.

A partir de 2 de fevereiro de 2026, os CTT implementarão um aumento médio de preços de 6,20% em todos os seus serviços postais universais. Embora este aumento seja ligeiramente inferior ao aumento de 6,9% que vimos em 2025, continua a ser significativamente superior à taxa de inflação prevista de 2,2%.

Para os retalhistas online, onde os custos de envio muitas vezes determinam o sucesso ou o fracasso de uma venda, isto não é apenas uma «notícia» — é um impacto direto nos resultados financeiros. Aqui está uma análise detalhada do que está a mudar e de como a sua empresa se pode adaptar.

A análise detalhada: o que está a acontecer?

O governo português aprovou oficialmente o reajuste de preços, que se aplica à concessão do serviço postal universal. Os principais pontos do anúncio incluem:

       Aumento médio: 6,20% em toda a linha.

       Correio normal: O custo de uma carta/pacote pequeno normal (até 20 g) aumentará quatro cêntimos.

       O motivo: O CTT cita o declínio no volume de correspondência e a necessidade de financiar o serviço universal como os principais fatores por trás do aumento.

       Prazo: As novas tarifas entram em vigor a 2 de fevereiro de 2026.

Por que isto é importante para o comércio eletrónico

Para pequenas e médias empresas (PMEs) e vendedores independentes — especialmente aqueles que vendem itens leves, como joias, acessórios de vestuário ou artigos de papelaria — os aumentos dos correios têm um «efeito bola de neve».

  1. Erosão da margem: Alguns cêntimos por pacote podem parecer insignificantes, mas para lojas de grande volume, estes custos acumulam-se em milhares de euros ao longo do ano.
  2. Limites de envio gratuito: Se atualmente oferece «envio gratuito» para encomendas acima de um determinado valor, o seu ponto de equilíbrio acaba de mudar.
  3. Competitividade internacional: À medida que os custos de envio doméstico aumentam, os vendedores portugueses podem ter mais dificuldade em competir em termos de preço com gigantes internacionais que beneficiam de enormes economias de escala.

3 estratégias para proteger o seu negócio

1. Audite as suas embalagens

Com o aumento das tarifas postais, o peso é o seu inimigo. Se as suas embalagens são mais volumosas do que o necessário, está a pagar por ar. Reveja as suas caixas e envelopes de correio para garantir que se mantém dentro da faixa de peso mais baixa possível. Mesmo uma redução de 5 gramas pode mantê-lo numa faixa mais barata.

2. Reavalie as suas faixas de envio

Não espere até fevereiro para ver como isso afeta os seus lucros. Faça as contas agora:

       Consegue absorver o aumento de 6,2%?

       Deve aumentar o seu limite de «envio gratuito» (por exemplo, de 50 € para 55 €)?

       É hora de mudar de uma taxa de envio fixa para um envio calculado?

3. Diversifique as suas transportadoras

Embora a CTT seja o fornecedor «universal», o aumento de preços é uma ótima desculpa para procurar outras opções. Explore transportadoras privadas ou redes de «Ponto de Entrega». Muitas vezes, os serviços de entrega de cacifo para cacifo ou de loja para loja podem ser mais económicos para o comércio eletrónico do que o correio tradicional porta a porta.

Consideração final: comunique com antecedência

A transparência gera confiança. Se decidir que precisa de aumentar as suas taxas de envio para cobrir esses custos, explique aos seus clientes o motivo. Uma simples nota na sua página de checkout ou na sua newsletter explicando que está a ajustar-se aos aumentos dos correios nacionais ajuda a manter a fidelidade dos clientes.

A sua empresa está pronta para a implementação em 2 de fevereiro? Agora é a hora de otimizar a sua logística antes que as novas taxas entrem em vigor.

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